Natália visitou a Starbucks para pegar um Latte naquela manhã no aeroporto de cumbica.
Estava com seus fones-de-ouvido importados, escutando Andre Bocelli; não que gostasse, mas é que o cantor a lembrava de seu irmão, a quem iria visitar naquela feriado da Independência.
- Olá!, bom-dia! O que a srta. deseja nesta manhã? - perguntou o atendente, super simpático.
- Nossa! Queria ter esse pique para trabalhar no feriado! - respondeu Natália, abrindo o sorriso, surpresa com a disposição daquele rapaz de olhos esverdeados - Eu vou querer um latte e um muffin daquele ali.
Estava pagando seu pedido, quando uma mulher baixinha e gorducha, num movimento rápido, levou a carteira que Natália segurava, juntamente com seu iPod. A garota ficou sem reação e, quando viu, o rapaz que a havia atendido estava correndo atrás da ladra, como um atleta. Natália o seguiu com os olhos, até que o viu segurando a mulher, com a ajuda de dois seguranças, e recuperando os pertences roubados. Apaixonou-se.
- Moça, aqui, tome as suas coisas. Desculpe-me a ousadia, mas, você escuta Andrea Bocelli?
"Oh! Que educado!!" pensou ela.
- Eu... hãm... ah! Não, na verdade não. É que hoje eu estarei indo visitar meu irmão em Dallas/TE, e ele escuta Andrea Bocelli. Eu acho bonito, mas não chama tanto minha atenção! Agora você que me desculpe a ousadia, mas... você não tem de voltar a trabalhar, não, er... Jônatas? - disse, olhando para o crachá do rapaz atentamente.
- Somos dois intrometidos, então, minha cara. Tenho algo para lhe falar: os voos dessa manhã foram cancelados por causa da neblina, e acho que a srta. não poderá viajar. - Vendo a paciência de Natália, ele continuou: - E, sobre trabalhar... meu pai é o dono, acho que ele não se importa. Vamos tomar café juntos?
E foram, como um casal perfeito: lindos, sorridentes, olhando nos olhos um do outro. Lá fora, uma multidão desesperada, se apertando e reclamando. Que loucura!
Olhando no meio daquelas pessoas tão aflitas, Natália viu um casal que estava sentado no chão. Ele tocava violão, e ela apreciava atentamente.
Deveria decidir entre a calma e a aflição; entre o desespero e a paz. Olhou involuntariamente para Jônatas, à sua frente. Ele a fitava.
- Hum... você conhece Guarulhos? Há muitas coisas legais por aqui. É feriado. - disse Jônatas, finalmente - E, olhe aqui. Tenho um celular que faz ligações internacionais, inclusive para o Texas. Topa?
Decidira.
Escrito em: 03/Set/2010, 1º Ano EM
Estava com seus fones-de-ouvido importados, escutando Andre Bocelli; não que gostasse, mas é que o cantor a lembrava de seu irmão, a quem iria visitar naquela feriado da Independência.
- Olá!, bom-dia! O que a srta. deseja nesta manhã? - perguntou o atendente, super simpático.
- Nossa! Queria ter esse pique para trabalhar no feriado! - respondeu Natália, abrindo o sorriso, surpresa com a disposição daquele rapaz de olhos esverdeados - Eu vou querer um latte e um muffin daquele ali.
Estava pagando seu pedido, quando uma mulher baixinha e gorducha, num movimento rápido, levou a carteira que Natália segurava, juntamente com seu iPod. A garota ficou sem reação e, quando viu, o rapaz que a havia atendido estava correndo atrás da ladra, como um atleta. Natália o seguiu com os olhos, até que o viu segurando a mulher, com a ajuda de dois seguranças, e recuperando os pertences roubados. Apaixonou-se.
- Moça, aqui, tome as suas coisas. Desculpe-me a ousadia, mas, você escuta Andrea Bocelli?
"Oh! Que educado!!" pensou ela.
- Eu... hãm... ah! Não, na verdade não. É que hoje eu estarei indo visitar meu irmão em Dallas/TE, e ele escuta Andrea Bocelli. Eu acho bonito, mas não chama tanto minha atenção! Agora você que me desculpe a ousadia, mas... você não tem de voltar a trabalhar, não, er... Jônatas? - disse, olhando para o crachá do rapaz atentamente.
- Somos dois intrometidos, então, minha cara. Tenho algo para lhe falar: os voos dessa manhã foram cancelados por causa da neblina, e acho que a srta. não poderá viajar. - Vendo a paciência de Natália, ele continuou: - E, sobre trabalhar... meu pai é o dono, acho que ele não se importa. Vamos tomar café juntos?
E foram, como um casal perfeito: lindos, sorridentes, olhando nos olhos um do outro. Lá fora, uma multidão desesperada, se apertando e reclamando. Que loucura!
Olhando no meio daquelas pessoas tão aflitas, Natália viu um casal que estava sentado no chão. Ele tocava violão, e ela apreciava atentamente.
Deveria decidir entre a calma e a aflição; entre o desespero e a paz. Olhou involuntariamente para Jônatas, à sua frente. Ele a fitava.
- Hum... você conhece Guarulhos? Há muitas coisas legais por aqui. É feriado. - disse Jônatas, finalmente - E, olhe aqui. Tenho um celular que faz ligações internacionais, inclusive para o Texas. Topa?
Decidira.
Escrito em: 03/Set/2010, 1º Ano EM
Jônatas tem irmã??? hahahaha...
ResponderExcluirAHUAHUAHAUHuh!! xD
ResponderExcluir^^ com um final bem sugestivo, hihi...(eu nom gostei desse cara ;p ele parece do mal), mas o conto eh legal :)
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